Simule o INSS da sua obra em 2 minutos.
É uma estimativa para você entender a ordem de grandeza do valor e a redução legal que a documentação permite. O número oficial só sai depois da análise, apurado no SERO dentro do e-CAC. Sem cadastro para ver o resultado.
Calcule o INSS da sua obra
Preencha os dados da construção. É uma estimativa - o valor oficial depende da análise.
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| Área informada | - |
| Percentual de equivalência | - |
| Área total para cálculo | - |
| Valor de referência por m² (VAU) | - |
| Custo da obra por destinação | - |
| Fator Social | - |
| Percentual de mão de obra | - |
| Percentual por categoria | - |
| Percentual por destinação | - |
| Remuneração da mão de obra (RMT) | - |
| Abatimento por concreto usinado | - |
| Remuneração ajustada | - |
| INSS estimado (alíquota patronal 20%) | - |
Este é o mesmo caminho de cálculo que a Receita Federal aplica no SERO na aferição indireta. Os percentuais vêm da IN RFB nº 2.021/2021 e do Manual do SERO. O valor de referência por m² usado nesta simulação é -.
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A estimativa acima é o ponto de partida. Na análise, verificamos o que pode ser abatido no seu caso - notas fiscais, enquadramento, serviços de terceiros e benefícios aplicáveis - e apresentamos o valor real, sem compromisso.
Seus dados são usados apenas para o atendimento do seu caso. Não enviamos spam nem compartilhamos com terceiros.
Estimativa ilustrativa calculada pelo procedimento de aferição indireta do SERO (IN RFB nº 2.021/2021). Não é o valor oficial - este é apurado exclusivamente no SERO, dentro do e-CAC, com base na documentação e no enquadramento da sua obra. O valor por m² utilizado é uma referência de mercado, atualizada em -; a Receita utiliza a tabela VAU vigente no mês da aferição. O Fator Social aplica-se somente a obra sob responsabilidade de pessoa física. Deduções de notas fiscais, serviços de terceiros e remunerações já declaradas reduzem ainda mais o valor e não estão contempladas nesta simulação. Não constitui promessa, garantia ou aconselhamento tributário.
A Receita estima. A lei permite reduzir.
Quando a obra não teve folha de pagamento formal, a Receita não sabe quanto foi gasto com trabalhadores. Então ela recorre a um método chamado aferição indireta: parte da área construída e de um custo de referência por metro quadrado para estimar a mão de obra da construção, e aplica o INSS sobre esse valor estimado. É por isso que muita gente é cobrada em valores altos.
Esse custo por m² vem de tabelas públicas do setor de construção. Aqui usamos o CUB do Sinduscon-GO como referência (o valor oficial do SERO usa o VAU, base SINAPI/IBGE, que pode divergir). Sobre esse custo aplica-se um coeficiente de mão de obra e, sobre a mão de obra, a alíquota de INSS. Desse encadeamento sai o número cheio - a sua exposição se nada for feito.
A boa notícia: notas fiscais de material e de serviços de terceiros, o enquadramento correto da obra e benefícios como o Fator Social abatem a base sobre a qual o INSS incide. Quanto mais documentação aproveitável, menor tende a ser o valor devido. É exatamente esse trabalho que a análise faz - e por isso o resultado real só se fecha caso a caso.
O número te assustou? A gente reduz, na lei.
A estimativa mostra o valor cheio. Com as notas certas e o enquadramento correto, ele costuma cair - e você não precisa encarar o e-CAC. A gente cuida de todo o processo, do CNO à CND.
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